quinta-feira, 7 de abril de 2011
A cor do nome
A Rosa dizia que queria seu quartinho novo na cor laranja. Eu fiquei toda animada. Depois, de uma hora pra outra disse que queria rosa. Em um dos projetos de armários que fizemos sugeriram, para a pequena, o tom de lilás. Chamei ela pra ver. Ficou toda animada: - Meu quartinho!!!!!!!!!!!! - Gostou, filha? - Obigada mamãe, mas eu quelo rosa. Foi tão grande a pesquisa em busca da melhor opção de armário, que Rosinha já tinha domínio de todo o linguajar. Se a gente perguntasse a ela como seria o seu quartinho, ela disparava: - Meu quartinho vai ser tooodo rosa, assim, o armário, no cantinho, assim, pra por os livrinhos, lá no cantinho. E tem a porta da varanda. Eu vou brincar na varanda, meus brinquedinhos. Quem conhece ela já está imaginando ela falando esse texto com as mãos (daquele jeito charmoso dela). Ontem estávamos conversando novamente sobre o quartinho quando perguntei: - Rosinha, que cor vai ser o seu quartinho? - Rosa, mamãe. - Filha, você falou que queria laranja! - Mas eu mudeei de ideia, mamãe. Agola eu quelo rosa. - Poxa vida, eu estava toda animada porque eu adooro laranja! - Mamãe, eu tenho uma ideeeia. Então você faz o seu quartinho lalanja! (toda empolgada) - Mas filha eu adoro laranja para o seu quartinho. - Mas não pode, mamãe. Se eu fizer lalanja, fica sem nome. - Como assim? - Meu nome é rosa, quartinho rosa. Se for lalanja, fica sem nome. -Mas não é porque seu nome é Rosa, você tem de ter tudo na cor rosa. - Mas eu quelo rosa, mamãe! - Uhn!
terça-feira, 29 de março de 2011
Sobrinha de peixe, peixinha é
- Mamãe, quando eu tiver 7 anos eu vou trabalhar muito igual você. - Ah é, filha! E o você vai trabalhar em quê? - De fazer de conta que é lobo mau, de fazer de conta que é chapeuzinho!
quinta-feira, 24 de março de 2011
Mais um carnaval...
segunda-feira, 14 de março de 2011
Perguntei à Rosa:
- Filha, você quer ir pra casa descansar um pouco ou quer ir direto pra casa da Tia Silvânia.
- Quero ir pra tia Silvânia porque ela tá morrendo de saudade de mim!
- Mas você não tá cansada, não?
- Mamãe, quando eu tiver cansada eu falo assim ó "Mamãe, tô cansada, quero tetê". Tá bom?
- Tá!
E dito e feito, foi assim mesmo.
- Filha, você quer ir pra casa descansar um pouco ou quer ir direto pra casa da Tia Silvânia.
- Quero ir pra tia Silvânia porque ela tá morrendo de saudade de mim!
- Mas você não tá cansada, não?
- Mamãe, quando eu tiver cansada eu falo assim ó "Mamãe, tô cansada, quero tetê". Tá bom?
- Tá!
E dito e feito, foi assim mesmo.
Ado, ado, ado, cada um no seu quadrado
Vovó Helena falou que ia embora e ia morrer de saudades:
- Como que eu faço, Rosa? Você vem comigo pra Brasília?
- Eu vou vovó. Maaas cada um na sua casa!
- Como que eu faço, Rosa? Você vem comigo pra Brasília?
- Eu vou vovó. Maaas cada um na sua casa!
sábado, 5 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
As conclusões da Rosinha
Quando a Rosa estava em Brasília, era comum a gente ouvir o Bento dizer toda hora que ele era grande e que ela era pequena.
Pois bem, a vovó Lena chegou no Rio contando que quando a Rosa foi embora o Bento disse à vovó assim:
- Vovó Lena, eu também sou criança pequena, sabia?
A Rosa ouviu isso e eu nem vi.
No outro dia, pela manhã, ela estava na cozinha com o papai fazendo sua vitamina, quando disparou o primeiro assunto do dia:
- Papai, você sabia que o Bento mudou de ideia. Agora ele é criança pequena!
Pois bem, a vovó Lena chegou no Rio contando que quando a Rosa foi embora o Bento disse à vovó assim:
- Vovó Lena, eu também sou criança pequena, sabia?
A Rosa ouviu isso e eu nem vi.
No outro dia, pela manhã, ela estava na cozinha com o papai fazendo sua vitamina, quando disparou o primeiro assunto do dia:
- Papai, você sabia que o Bento mudou de ideia. Agora ele é criança pequena!
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